Lei Ordinária nº 3.322, de 19 de agosto de 2021
OBJETIVO:
Orientar sobre a conduta a ser desempenhada de acordo com cada função.
RESPONSABILIDADE:
Todos os funcionários envolvidos na atividade.
1. Médico veterinário
2. Profissional capacitado
3. Profissional capacitado
PROCEDIMENTO:
Ao chegar no local em que o animal se encontra, não realizar movimentos bruscos a fim de não o assustar.
Realizar a captura do mesmo para encaminhá-lo ao abrigo e fornecer o atendimento clinico necessário.
Com o animal contido, realizar a coleta do material por imprint (flexionar a lâmina na ferida a fim de obter o material exsudativo da lesão), após coletada a amostra, armazenar em local seguro e sinalizar que o material é possivelmente de uma doença zoonótica.
O material coletado será encaminhado ao Hospital Veterinário para o diagnóstico final.
Será coletado também, sangue total para a realização de hemograma completo + bioquímicas (alt, ast, ureia, creatinina, fosfatase alcalina)
Os Equipamentos de proteção individual são de extrema importância, de forma a garantir a proteção do operador na atividade, são eles: Macacão, Luva “Anti-mordida” (especifica para realizar a captura desses animais), bota de segurança, luva de procedimento.
ETAPAS DE CONTROLE E TRATAMENTO DA ESPOROTRICOSE
A seguir, descrevemos os passos a serem seguidos de acordo com a fase de cada procedimento:
1. Ao receber a notificação do animal com a possível doença zoonótica, levantar dados indo até o local para posterior realização dos outros procedimentos;
2. Ao chegar no local, realizar a captura do animal de forma adequada e encaminhá-lo para o abrigo.
3. Ao chegar no abrigo, realizar atendimento clínico necessário, realizando a coleta do material da lesão por imprint (flexionar a lâmina na ferida a fim de obter o material exsudativo da lesão), após a coleta da amostra, armazenar em local seguro e sinalizar que o material é possivelmente de uma doença zoonótica e realizar a coleta de sague total para realização de hemograma+bioquímica, avaliando se há necessidade de administração de medicação endovenosa/intra-muscular.
4. Ao realizar a coleta do material do animal, armazenar adequadamente e encaminhar a amostra ao Hospital Veterinário para o diagnóstico.
5. Manter o animal no abrigo obtendo o tratamento com as medicações adequadas até em que haja necessidade.
MATERIAL NECESSÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE:
1. Lâmina de microscópio
2. Sorofisiológico
3. Gaze
4. Local para armazenamento do material coletado na lâmina
5. Saco de lixoinfectante
6. Luvas “Anti-mordedura”
7. Luvas de procedimento
8. Macacãoimpermeáveldescartável
9. Bota de segurança
10. Manta (para auxiliar na captura do animal)
11. Rede de captura de felinos
12. Gaiola
13. Carro com motorista
REFERÊNCIAS
BARROS, M.B.L., et al. Esporotricose: a evolução e os desafios de uma epidemia. Rev. Panam Salud Publica. v.27, n.6, p.455-460, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Vigilância em saúde : zoonoses Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 224 p. : il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica ; n. 22)
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E.C. Tratado de Medicina Interna Veterinária - Doenças do cão e do gato. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v. 1, p. 437-438, 2000.
FONTES, S. et. al Esporotricose. In: VI SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE, 6, 2014, Viçosa. Anais... Viçosa: FACISA, Outubro, 2014.
NUNES, F. C; ESCOSTEGUY, C.C. Esporotricose humana associada à transmissão por gato doméstico. Relato de caso e revisão de literatura. Clínica Veterinária, n. 54, p. 66-68, 2005.
OBJETIVO:
Orientar sobre a conduta a ser desempenhada de acordo com cada função.
RESPONSABILIDADE:
Todos os funcionários envolvidos na atividade.
PROCEDIMENTO:
Ao chegar no Lar Temporário Municipal, o animal (canino ou felino), passará por uma avaliação clinica pelo Médico Veterinário, e se necessário será encaminhado ao Hospital Veterinário para a realização dos procedimentos necessário, são eles: fluidoterapia, raio x, ultrassom, administração de medicamentos, cirurgias, coleta de material para exames laboratoriais.
No caso de emergências, tais como: atropelamento, fraturas decorrentes de agressões, brigas entre animais, os animais serão encaminhados diretamente ao Hospital Veterinário.
ETAPAS DA TRIAGEM DOS ANIMAIS
A seguir, descrevemos os passos a serem seguidos de acordo com a fase de cada procedimento:
1. Conduzir o animal recém-chegado ao consultório do Lar Temporário, o Médico Veterinário irá realizar a avaliação clínica, caso necessário, o mesmo será encaminhado ao Hospital Veterinário para a realização dos procedimentos adequados;
2. Após a realização dos procedimentos necessários, o animal será encaminhado novamente ao Lar Temporário para demais necessidades.
MATERIAL NECESSÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE:
1. Gaiola
2. Carro com motorista
REFERÊNCIAS
https://www.universidadedevassouras.edu.br/instituicao/clinicaveterinaria
OBJETIVO:
Orientar sobre a conduta a ser desempenhada de acordo com cada função.
RESPONSABILIDADE:
Todos os funcionários envolvidos na atividade.
1. Médico veterinário
2. Profissional capacitado
3. Profissional capacitado
PROCEDIMENTO:
Raiva: A raiva é uma doença que se apresenta de forma variável nas diferentes espécies de mamíferos, razão pela qual todo animal suspeito deve ter o sistema nervoso central coletado e enviado, em condições adequadas, ao laboratório de diagnóstico, para a confirmação de uma suspeita clínica. O laboratório de diagnóstico deverá receber amostras em bom estado de conservação, devidamente identificadas.
O material para diagnóstico laboratorial deverá ser encaminhado da seguinte maneira:
Ø A) material de animais silvestres: os animais deverão ser encaminhados inteiros, de forma a permitir sua perfeita identificação;
Ø B) material de cães e gatos: deverá ser encaminhado com a cabeça inteira ou com o sistema nervoso central coletado;
Ø C) material de bovinos, eqüídeos e outros: deverá ser encaminhado com o sistema nervoso central coletado.
ETAPAS DE CONTROLE PARA RAIVA
1. Quaisquer cães ou gatos com suspeita de raiva devem ser observados por dez dias em local adequado, isolado, com comida e água. Define-se cão ou gato suspeito para a raiva como sendo todo cão ou gato agressor (que mordeu, lambeu ou arranhou alguém), ou, ainda, que apresente mudança brusca de comportamento e/ou sinais e sintomas compatíveis com a raiva.
2. Em caso de morte do animal, no período de observação, ou de eutanásia, amostras do sistema nervoso central (SNC) de cães e gatos com sintomatologia compatível com a doença deverão ser enviadas para o laboratório de diagnóstico.
3. Animal com diagnóstico clínico ou laboratorial positivo para raiva: deve-se realizar a investigação epidemiológica, o controle e o bloqueio de foco de cães e/ou gatos. Posteriormente, é necessário fazer a avaliação de risco do local do evento.
MATERIAL NECESSÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE:
1. Luvas de procedimento
2. Macacãoimpermeáveldescartável
3. Bota de segurança
4. Em casos de animais de grande porte: material necessário para remoção do sistema nervoso central
5. Saco de lixo infectante de acordo com o tamanho do animal
6. Gaiola
7. Freezer para armazenamento do cadáver/parte do corpo do cadáver animal
8. Carro com motorista
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa
Agropecuária. Controle da raiva dos herbívoros. Brasília, 2005.
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância
Epidemiológica. Manual de diagnóstico laboratorial da raiva. Brasília, 2008.
OBJETIVO:
Orientar sobre a conduta a ser desempenhada de acordo com cada função.
RESPONSABILIDADE:
Todos os funcionários envolvidos na atividade.
1. Médico veterinário
2. Profissional capacitado
3. Profissional capacitado
PROCEDIMENTO:
O diagnóstico definitivo pode ser feito a partir da pesquisa direta do parasita na lesão, em material obtido por raspado, punção ou biópsia. Este exame parasitológico direto é o método de primeira escolha, por ser o mais rápido, de menor custo e de fácil execução, onde, por meio da raspagem da lesão presente no animal, faz-se uma lâmina (amostra encaminhada ao Hospital Veterinário), e realiza-se a coleta do sangue para extração do soro (amostra encaminhada ao LACEN) e utilização do sangue para hemograma+bioquímica (amostra encaminhada ao Hospital Veterinário) e para realização do teste rápido DPP (TR DPP LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (Bio-Manguinhos).
Controle dos reservatórios, diagnóstico e eliminação de cães infectados e medidas
para evitar a contaminação de cães sadios. A prática da eutanásia canina é recomendada a todos os animais sororreagentes e/ou parasitológico positivo. Para a
realização da eutanásia, deve-se ter como base a Resolução nº 714, de 20 de junho
de 2002, do Conselho Federal de Medicina Veterinária, que dispõe sobre os procedi-
mentos e métodos de eutanásia em animais e dá outras providências.
ETAPAS DE CONTROLE E TRATAMENTO DA LEISHMANIOSE
1. Ao receber a notificação do animal com a possível doença zoonótica, levantar dados indo até o local para posterior realização dos outros procedimentos;
2. Ao chegar no local, verificar se é um animal errante ou domiciliado, com cautela para não o assustar. Ao localizar o animal domiciliado, orientar o tutor para manter o animal isolado até o diagnóstico completo;
3. Realizar a coleta do material se o animal for domiciliado, realizar a captura se o animal for errante;
4. Com o animal contido, realizar a coleta do material por imprint (flexionar a lâmina na ferida a fim de obter o material da lesão), após coletada a amostra, armazenar em local seguro e sinalizar que o material é possivelmente de uma doença zoonótica;
5. Realizar o teste rápido DPP, caso positivo, coletar amostras para exames confirmatórios da doença; Realizar a coleta de sangue total para análises laboratoriais tais como: hemograma+bioquímica, e encaminhar o soro para o LACEN (caso o teste rápido dê positivo);
6. Ao realizar a captura do animal errante, conduzi-lo ao abrigo para a coleta do material e isolamento do mesmo;
7. Após diagnóstico positivo do animal domiciliado (teste rápido), relatar ao tutor sobre as medidas que devem ser tomadas; Manter o animal em quarentena, em local devidamente telado, realizar o uso de coleira repelente SERESTO.
8. Após diagnóstico positivo na contra-prova da Leishmaniose, informar ao tutor que a prática da eutanásia canina é recomendada a todos os animais sororreagentes e/ou parasitológico positivo. Para arealização da eutanásia, deve-se ter como base a Resolução nº 714, de 20 de junhode 2002.
9. Caso o tutor opte pelo tratamento, informar que o mesmo deve ser seguido à risca, assinando um termo de compromisso. Devido o fato de se tratar de uma zoonose de alto risco de transmissão.
MATERIAL NECESSÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE:
1. Lâmina de microscópio
2. Sorofisiológico
3. Gaze
4. Local para armazenamento do material coletado na lâmina
5. Saco de lixoinfectante
6. Teste rápidoLeishmaniose (DPP)
7. Luvas de procedimento
8. Manta (para auxiliar na captura do animal)
9. Rede de captura
10. Tubo EDTA
11. Tubo para coagulação
12. Gaiola
13. Freezer para armazenamento de cadáver de animais
14. Carro com motorista
REFERÊNCIAS
Aguiar, P. F., & Rodrigues, R. K. (2017). Leishmaniose visceral no Brasil: artigo de revisão. Unimontes Científica, 19(1), 191–204.
Alves, W. A. (2009). Leishmaniose visceral americana: situação atual no Brasil. BEPA. Boletim Epidemiológico Paulista (Online), 6(71), 25–29.
BRASIL. (2019). Leishmaniose Visceral: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção. Ministério Da Saúde. http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/leishmaniose-visceral
OBJETIVO:
Orientar sobre a conduta a ser desempenhada de acordo com cada função.
RESPONSABILIDADE:
Todos os funcionários envolvidos na atividade.
1. Médico veterinário
2. Profissional capacitado
3. Profissional capacitado
PROCEDIMENTO:
Ao chegar no local do animal contaminado, não realizar movimentos bruscos a fim de não o assustar. Com o animal contido, realizar a coleta do material por imprint (flexionar a lâmina na ferida a fim de obter o material exsudativo da lesão), após coletada a amostra, armazenar em local seguro e sinalizar que o material é possivelmente de uma doença zoonótica.
O material coletado será encaminhado ao Hospital Veterinário para o diagnóstico final.
Os animais que tenham um tutor, a orientação é que mantenham o animal isolado até o diagnóstico definitivo. Os animais errantes serão capturados e levados até o abrigo municipal para a realização do tratamento adequado.
Os Equipamentos de proteção individual são de extrema importância, de forma a garantir a proteção do operador na atividade, são eles: Macacão, Luva “Anti-mordida” (especifica para realizar a captura desses animais), bota de segurança, luva de procedimento.
ETAPAS DE CONTROLE E TRATAMENTO DA ESPOROTRICOSE
A seguir, descrevemos os passos a serem seguidos de acordo com a fase de cada procedimento:
1. Ao receber a notificação do animal com a possível doença zoonótica, levantar dados indo até o local para posterior realização dos outros procedimentos;
2. Ao chegar no local, verificar se é um animal errante ou domiciliado, com cautela para não o assustar. Ao localizar o animal domiciliado, orientar o tutor para manter o animal isolado até o diagnóstico completo.
3. Realizar a coleta do material se o animal for domiciliado, realizar a captura se o animal for errante.
4. Com o animal contido, realizar a coleta do material por imprint (flexionar a lâmina na ferida a fim de obter o material exsudativo da lesão), após coletada a amostra, armazenar em local seguro e sinalizar que o material é possivelmente de uma doença zoonótica.
5. Ao realizar a coleta do material do animal domiciliado, armazenar adequadamente e encaminhar a amostra ao Hospital Veterinário para o diagnóstico.
6. Ao realizar a captura do animal errante, conduzi-lo ao abrigo para a coleta do material e isolamento do mesmo.
7. Após diagnóstico positivo do animal domiciliado, relatar ao tutor sobre as medidas que devem ser tomadas durante o tratamento, mantendo o animal isolado. O tutor receberá a medicação “Itraconazol” para o tratamento do animal. O animal será acompanhado mensalmente até a completa cura da doença.
8. Após o diagnóstico positivo do animal errante, realizar o tratamento adequado do mesmo no abrigo e após a cura da doença, se o animal pertencer a uma comunidade, devolve-lo ao local de origem, se o animal não pertencer a uma comunidade, permanecerá no abrigo até a adoção.
MATERIAL NECESSÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE:
1. Lâmina de microscópio
2. Sorofisiológico
3. Gaze
4. Local para armazenamento do material coletado na lâmina
5. Saco de lixoinfectante
6. Luvas “Anti-mordedura”
7. Luvas de procedimento
8. Macacãoimpermeáveldescartável
9. Bota de segurança
10. Manta (para auxiliar na captura do animal)
11. Rede de captura de felinos
12. Gaiola
13. Carro com motorista
REFERÊNCIAS
BARROS, M.B.L., et al. Esporotricose: a evolução e os desafios de uma epidemia. Rev. Panam Salud Publica. v.27, n.6, p.455-460, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Vigilância em saúde : zoonoses Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 224 p. : il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica ; n. 22)
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E.C. Tratado de Medicina Interna Veterinária - Doenças do cão e do gato. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v. 1, p. 437-438, 2000.
FONTES, S. et. al Esporotricose. In: VI SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE, 6, 2014, Viçosa. Anais... Viçosa: FACISA, Outubro, 2014.
NUNES, F. C; ESCOSTEGUY, C.C. Esporotricose humana associada à transmissão por gato doméstico. Relato de caso e revisão de literatura. Clínica Veterinária, n. 54, p. 66-68, 2005.
OBJETIVO:
Orientar sobre a conduta a ser desempenhada de acordo com cada função.
RESPONSABILIDADE:
Todos os funcionários envolvidos na atividade.
PROCEDIMENTO:
O uso da medicação Itraconazol é indicado para tratamento de doenças fúngicas, estando a Esporotricose inclusa.
A distribuição de forma gratuita visa incentivar o tratamento dos animais acometidos pela doença, não sendo a totalidade no tratamento, que deve ser efetivado pelo tutor ou responsável pelo animal, ressaltando a necessidade da interação de outros medicamentos estando o tutor ciente que deve realizar todo o protocolo prescrito pelo Médico Veterinário.
Realizar a distribuição do medicamento Itraconazol para a população, tanto para tratamento humano quanto para tratamento animal.
A distribuição ocorrerá através da apresentação do laudo com resultado positivo e a receita do médico veterinário e humano com o pedido para a medicação.
Vale ressaltar que há casos onde o fungo Sporothrixschenkii não é observado na lâmina. Sendo então necessário, o laudo com diagnóstico clinico da doença.
Informar ao tutor que a receita deve ser atualizada, sendo assim, a cada revisão deverá ser gerada uma nova receita.
Realizar o cadastro do animal com os dados do tutor e do animal. Para posteriormente anexar as próximas receitas a ficha de identificação.
ETAPAS DE CONTROLE PARA A DISTRIBUIÇÃO DA MEDICAÇÃO ITRACONAZOL
A seguir, descrevemos os passos a serem seguidos de acordo com a fase de cada procedimento:
1. O tutor pelo animal deve apresentar o laudo positivo e a receita solicitando o uso da medicação;
2. Em relação a distribuição humana, o cidadão deve trazer o laudo e receita do médico solicitando o uso da medicação
3. Deve-se tirar xerox do material e anexar a ficha que será preenchida com dos dados do tutor e do animal;
4. Em relação a distribuição humana, tirar xerox do material e anexar a ficha com os dados do cidadão que irá realizar o tratamento;
5. O tutor irá assinar o termo de entrega de medicação, estando ciente que a medicação só poderá ser disponibilizada da próxima vez com receita atual de revisão do animal.
MATERIAL NECESSÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE:
- Medicação “Itraconazol”.
REFERÊNCIAS
BARROS, M.B.L., et al. Esporotricose: a evolução e os desafios de uma epidemia. Rev. PanamSaludPublica. v.27, n.6, p.455-460, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Vigilância em saúde : zoonoses Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 224 p. : il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica ; n. 22)
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E.C. Tratado de Medicina Interna Veterinária - Doenças do cão e do gato. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v. 1, p. 437-438, 2000.
FONTES, S. et. al Esporotricose. In: VI SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE, 6, 2014, Viçosa. Anais... Viçosa: FACISA, Outubro, 2014.
NUNES, F. C; ESCOSTEGUY, C.C. Esporotricose humana associada à transmissão por gato doméstico. Relato de caso e revisão de literatura. Clínica Veterinária, n. 54, p. 66-68, 2005.
OBJETIVO:
Orientar sobre a conduta a ser desempenhada de acordo com cada função.
RESPONSABILIDADE:
Todos os funcionários envolvidos na atividade.
PROCEDIMENTO:
Ao chegar no Lar Temporário Municipal, o animal (canino) deverá permanecer em quarentena até que todos os exames necessários sejam feitos, além da consulta clínica para avaliação do estado geral. São eles: teste rápido para – cinomose, parvovirose, erliquiose, giárdia e leishmaniose. Coleta de sangue para exames laboratoriais como: hemograma completo + bioquímicas (ALT, AST, URÉIA, CREATININA, FOSFATASE ALCALINA)
Ao chegar no Lar Temporário Municipal, o animal (felino) deverá permanecer em quarentena até que todos os exames necessários sejam feitos, além da consulta clínica para avaliação do estado geral. São eles: teste rápido para- giárdia e FIV/FELV. Coleta de sangue para exames laboratoriais como: hemograma completo + bioquímicas (ALT, AST, URÉIA, CREATININA, FOSFATASE ALCALINA).
ETAPAS DA TRIAGEM DOS ANIMAIS
A seguir, descrevemos os passos a serem seguidos de acordo com a fase de cada procedimento:
1. Conduzir o animal recém-chegado ao consultório do Lar Temporário, o Médico Veterinário irá realizar a avaliação clínica e a coleta dos matérias para demais exames.
2. Após a coleta dos materiais, utilizar o necessário para realizar os testes rápidos e encaminhar o restante para avaliação laboratorial no Hospital Veterinário.
3. O animal deverá permanecer em quarentena no prazo de 10 dias, mesmo que todos os exames tenham sido feitos.
4. Ao passar dos 10 dias, fazer a socialização do animal aos demais em que permanecerão em contato ao longo em que estiverem no Lar Temporário.
MATERIAL NECESSÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE:
1. Mesa para atendimentoinox
2. Armário para guardarmedicamentos
3. Scalp
4. Seringa
5. Agulha
6. Algodão
7. Álcool
8. Garrote
9. Geladeira para medicações
10. Esparadrapo
11. Teste FIV/FELV
12. Teste Erliquiose
13. Teste Giárdia
14. Teste Cinomose
15. Teste Leishmaniose
16. Tubo EDTA
17. Tubo para coagulação
18. Soro Ringer lactato
19. SoroFisiológico
20. Equipo
21. Material de papelaria
22. Balança
23. Águaoxigenada
24. Lâmina de microscópio
25. Sorofisiológico
26. Gaze
27. Local para armazenamento do material coletado na lâmina
28. Focinheira
29. Saco de lixoinfectante
30. Luvas “Anti-mordedura”
31. Luvas de procedimento
32. Bota de segurança
33. Manta (para auxiliar na contenção do animal se necessário)
34. Gaiola
35. Carro com motorista
REFERÊNCIAS
ETTINGER S. J. Tratado de Medicina Interna Veterinária. 3ed. São Paulo:
Roca, 1998.
NELSON R.W., COUTO C.G. Medicina Interna de Pequenos Animais. 5ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2015.
ALERTA-SE, quanto as compilações:
O Dicionário Jurídico Brasileiro Acquaviva define compilação de leis como a “reunião e seleção de textos legais, com o intuito de ordenar tal material. A compilação tem por finalidade abreviar e facilitar a consulta às fontes de informação legislativa. Na compilação, ao contrário do que ocorre na consolidação, as normas nem mesmo são reescritas.”
PORTANTO:
A Compilação de Leis do Município de Vassouras é uma iniciativa do Setor Legislativo da Câmara Municipal de Vassouras, mantida, em respeito à sociedade e ao seu direito à transparência, com o fim de contribuir com o moroso processo de pesquisa de leis e suas relações. Assim, dado às limitações existentes, a Compilação ofertada é um norte relevante para constituição de tese jurídica mas não resume todo o processo e, não se deve, no estágio atual, ser referência única para tal.

